{"id":128,"date":"2016-10-24T09:41:41","date_gmt":"2016-10-24T11:41:41","guid":{"rendered":"http:\/\/mzm.com.br\/blog\/?p=128"},"modified":"2016-10-24T10:28:15","modified_gmt":"2016-10-24T12:28:15","slug":"quem-esta-comprando-imoveis-no-brasil-e-como","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mzm.com.br\/blog\/noticias\/quem-esta-comprando-imoveis-no-brasil-e-como\/","title":{"rendered":"Quem est\u00e1 comprando im\u00f3veis no Brasil, e como?"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_130\" aria-describedby=\"caption-attachment-130\" style=\"width: 750px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-130\" src=\"http:\/\/mzm.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/BlogMZM_Noticia161024_03.jpg\" alt=\"Em fun\u00e7\u00e3o da crise, comprador de im\u00f3veis ficou mais pragm\u00e1tico\" width=\"750\" height=\"422\" srcset=\"https:\/\/mzm.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/BlogMZM_Noticia161024_03.jpg 750w, https:\/\/mzm.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2016\/10\/BlogMZM_Noticia161024_03-300x169.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-130\" class=\"wp-caption-text\">Em fun\u00e7\u00e3o da crise, comprador de im\u00f3veis ficou mais pragm\u00e1tico<\/figcaption><\/figure>\n<p>O mercado imobili\u00e1rio brasileiro tem um novo perfil de consumidor. Em fun\u00e7\u00e3o da crise econ\u00f4mica, o setor registra mudan\u00e7as comportamentais. O primeiro sinal \u00e9 de que a prioridade de quem procura im\u00f3vel, agora, \u00e9 por moradia pr\u00f3pria e n\u00e3o para investimento. Trata-se de uma fatia que abrangeu 87% das vendas realizadas at\u00e9 o primeiro semestre de 2016, segundo aponta a Associa\u00e7\u00e3o dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobili\u00e1rio (Ademi).<\/p>\n<p>Quem est\u00e1 indo ao mercado tem entre 28 anos e 45 anos, possui de um a dois filhos, j\u00e1 \u00e9 dono de um im\u00f3vel e busca outra resid\u00eancia com dois objetivos: quer uma moradia maior e melhor localizada. Boa parte destes compradores tem renda familiar entre R$ 9 mil e R$ 15 mil e disp\u00f5e, em m\u00e9dia, de 45% do valor do im\u00f3vel para dar de entrada. O objetivo \u00e9 reduzir o financiamento para, no m\u00e1ximo, 15 anos.<\/p>\n<p>Outro dado coletado \u00e9 que 10% dos compradores t\u00eam preferido fazer o pagamento \u00e0 vista, para obter descontos. A prefer\u00eancia deste consumidor \u00e9 por im\u00f3veis com padr\u00e3o standard (de R$ 250.001,00 a R$ 400 mil), o que equivale a 28%, e por im\u00f3veis com padr\u00e3o m\u00e9dio (de R$ 400.001,00 a R$ 700 mil), que responde por 19,8%. Isso tem ajudado a reduzir os estoques, principalmente nas capitais.<\/p>\n<p>Em Curitiba, por exemplo, pesquisa encomendada \u00e0 BRAIN Bureau de Intelig\u00eancia Corporativa detectou 33.996 im\u00f3veis em oferta na cidade. Trata-se do menor volume registrado desde mar\u00e7o de 2013, quando havia 33.981 unidades. Em julho do ano passado, a oferta de apartamentos residenciais novos na capital paranaense era 36.865 unidades. No Brasil, segundo a Abrainc (Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Incorporadoras Imobili\u00e1rias), o estoque de im\u00f3veis residenciais fechou o primeiro semestre de 2016 com 111,3 mil unidades.<\/p>\n<p><strong>Im\u00f3veis de at\u00e9 R$ 1,5 milh\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Essas novas tend\u00eancias do mercado imobili\u00e1rio levaram o Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), no final de setembro de 2016, a autorizar os bancos a financiar im\u00f3veis novos com valor at\u00e9 R$ 1,5 milh\u00e3o, com juros de at\u00e9 12% ao ano. A medida n\u00e3o vale para opera\u00e7\u00f5es do Sistema Financeiro da Habita\u00e7\u00e3o (SFH), que financia im\u00f3veis de menor valor. O SFH se limita a unidades residenciais de at\u00e9 R$ 750 mil em Minas Gerais, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Distrito Federal e R$ 650 mil nos demais estados, usando recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Servi\u00e7o (FGTS).<\/p>\n<p>Segundo a chefe do Departamento de Regula\u00e7\u00e3o do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), S\u00edlvia Marques, o FGTS n\u00e3o ser\u00e1 usado nos financiamentos para im\u00f3veis de at\u00e9 R$ 1,5 milh\u00e3o. A decis\u00e3o \u00e9 tempor\u00e1ria e vale apenas por um ano. De acordo com a t\u00e9cnica do BC, caso seja bem-sucedida, a medida ser\u00e1 aplicada de forma permanente. \u201cEstamos apenas dando mais uma op\u00e7\u00e3o ao mercado imobili\u00e1rio\u201d, disse.<\/p>\n<p>Um dos motivos que levou o Conselho Monet\u00e1rio Nacional a liberar financiamento para im\u00f3veis com valor at\u00e9 R$ 1,5 milh\u00e3o est\u00e1 diretamente relacionado ao perfil do consumidor que busca empreendimentos que ofere\u00e7am certifica\u00e7\u00f5es de sustentabilidade, e que est\u00e3o neste patamar de pre\u00e7o. Segundo Carlos Leite, arquiteto e professor-doutor da Universidade Presbiteriana Mackenzie e da Funda\u00e7\u00e3o Dom Cabral, apartamentos de alto padr\u00e3o que fa\u00e7am reuso da \u00e1gua e tenham elementos construtivos que minimizem o custo da energia t\u00eam a prefer\u00eancia de quem vai ao mercado imobili\u00e1rio comprar im\u00f3veis com essas caracter\u00edsticas. \u201cOs consumidores, de uma forma geral, come\u00e7am a encarar a sustentabilidade como uma exig\u00eancia\u201d, diz.<\/p>\n<hr \/>\n<p>Fonte: http:\/\/www.cimentoitambe.com.br\/massa-cinzenta\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado imobili\u00e1rio brasileiro tem um novo perfil de consumidor. Em fun\u00e7\u00e3o da crise econ\u00f4mica, o setor registra mudan\u00e7as comportamentais. O primeiro sinal \u00e9 de que a prioridade de quem procura im\u00f3vel, agora, \u00e9 por moradia pr\u00f3pria e n\u00e3o para investimento. 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